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quarta-feira, 6 de julho de 2011

O Padre e o Espírito de Profecia

Se você é católico assista ao vídeo. Se você é um adventista que não faz jus a denominação, assista também! Se você não pertence à nenhuma das classes mencionadas... esse vídeo é pra você! Confira e se comprometa com a Verdade de verdade!




Fonte: Jardim Petrópolis II

Nota EJ: Através do site da IASD Brasileira de Dallas, eu já havia assistido a este testemunho durante uma das excelentes pregações do Pr. Dilson Bezerra.

Vale lembrar que tal relato confirma algumas coisas:

  1. Jesus disse, em Mateus 13, através de parábolas, que haveria o Joio e o Trigo na igreja - Cristãos verdadeiros e cristãos falsos. Isso é evidenciado pela realidade atual.
  2. Em Apocalipse 3, na carta de Jesus à igreja de Laodicéia, o Senhor afirma que esta última igreja é morna - situação atual;
  3. Há motivo para estarmos alegres, visto que o promessa é que haverá o peneiramento (separação) do Joio e Trigo que estão na igreja. De tal modo que o Joio sairá da igreja e cederá lugar para padres, pastores... pessoas das mais variadas igrejas que, ao descobrirem a verdade, serão atraídas à igreja verdadeira: IASD.
Alegre-se, caro leitor! A volta de Jesus está mais próxima do que vocês imaginam! Agora é tempo de nos consagrarmos no Senhor e pacientemente permitir que ELE nos transfome através da ação do Espírito Santo de Deus.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Sinais do fim – todos de uma vez

Quando são mencionados os sinais da volta de Jesus, algumas pessoas respondem mais ou menos assim: “Terremotos, fome e violência sempre existiram.” É verdade, muitas dessas mazelas sempre existiram, desde que Adão e Eva foram expulsos do paraíso após desobedecerem a Deus. Ao que tudo indica, terremotos são efeitos secundários do dilúvio, que causou a fragmentação da crosta terrestre em grandes placas mais ou menos instáveis. O que muitos não estão se dando conta é da intensidade e ocorrência simultânea de todos os sinais numa mesma época. É como as dores do parto que vão se tornando mais intensas e sentidas a intervalos cada vez menores à medida que vai chegando o momento de dar à luz. Jesus breve voltará para dar fim à história de pecado e para enxugar dos olhos toda a lágrima (Ap 21:4).

A Revista do Ancião (CPB) de abril-junho de 2011 traz um esboço de sermão interessante preparado por Frank Breaden, da Austrália. O título é “Dez Grandes Sinais da Volta de Jesus”. Confira a lista:

1. O sinal dos “escarnecedores” (2Pe 3:3, 4). Pedro anunciou que as condições prevalecentes nos “últimos dias” seriam de descrença a respeito dos sinais da vinda de Cristo. Sem dúvida, isso é verdade hoje. Cada escarnecedor moderno é um sinal que fala e se move. O cristão pode dizer ao escarnecedor: “Amigo, Pedro fez uma predição a seu respeito. Você é um dos últimos sinais que estou vendo!”

2. O sinal da “guerra” (Mt 24:6, 7). O século 20 testemunhou as duas maiores guerras da história (1914-1918; 1939-1945). No total, mais de 70 milhões de pessoas morreram, ficaram feridas ou desapareceram). O século 20 foi o mais sangrento já registrado. [E as guerras continuam...]

3. O sinal da “fome” (Mt 24:7). Os últimos cem anos testemunharam quatro das maiores fomes de toda a história (Rússia 1921, 1933; China 1928-1930; Bangladesh 1943-1944. Estima-se que cerca de 20 milhões de pessoas morreram). [Leia mais aqui.]

4. O sinal da “pestilência” (Mt 24:7). O século passado testemunhou também uma das maiores pestilências de toda a sua história (“Gripe Espanhola” de 1918. Estima-se 21 milhões de vítimas). [Isso sem contar o iminente risco da superbactéria.]

5. O sinal dos “terremotos” (Mt 24:7). O último século ainda testemunhou dois dos maiores terremotos da história (China, 1920, 180 mil mortos; Japão, 1923. Total de feridos 1,5 milhão, dos quais 200 mil morreram). O terremoto no Japão foi descrito na ocasião como a “maior catástrofe desde o dilúvio”. [Faltou mencionar os terríveis terremotos do Haiti, no ano passado, e o quarto maior terremoto da história, ocorrido neste mês, no Japão, com intensidade máxima de 9 graus na escala Richter.]

6. O sinal dos “tempos difíceis” (2Tm 3:1-3). A despeito dos equipamentos mais engenhosos e caros para combater o crime, a violência, assassinato, roubo e estupro, estes estão aumentando em proporções alarmantes. Os governos podem restringir, mas não eliminar esses problemas.

7. O sinal do “temor” (Lc 21:25-26). Desde o advento da bomba nuclear, nosso sonho de paz e segurança se transformou em terrível pesadelo, quando o grande conhecimento que os seres humanos adquiriram deveria lhes garantir segurança. [O terrorismo crescente também gera medo.]

8. Sinal dos “Dias de Noé” (Mt 24:37-39). Nos dias de Noé, o avanço e grande conhecimento da civilização foram ofuscados pela violência desenfreada e pela escandalosa imoralidade. O mesmo ocorre hoje. [Mundo torto.]

9. O sinal do “evangelho” (Mt 24:14). Durante os últimos anos, por meio da página impressa, da internet, rádio e televisão, a pregação do evangelho em escala mundial se tornou uma possibilidade real. Um único homem pode atingir uma audiência de dezenas e mesmo centenas de milhões de pessoas! A Bíblia está traduzida em mais de 1.300 línguas e é distribuída a uma média de 100 milhões de cópias por ano.

10. O sinal “estas coisas” (Lc 21:28-32). Quando confrontadas com a impressiva relação de sinais, algumas pessoas argumentam: “Mas crimes, guerras, terremotos e pestilências sempre ocorreram. Não há nada de anormal nisso; portanto, como tratá-las como sinais? Além do mais, pessoas sinceras no passado esperaram a volta do Senhor em seus dias e foram desapontadas. Elas interpretaram mal os sinais. Não poderíamos estar cometendo o mesmo equívoco?” Aqueles que levantam essa objeção deixam de considerar uma diferença muitíssimo significativa entre a nossa geração e as gerações passadas: hoje, pela primeira vez, desde que Jesus ascendeu ao Céu, todos os principais sinais preditos para o tempo do fim estão sincronizados! Um ou mais desses sinais podem ter ocorrido nas gerações passadas, mas nunca todos eles ocorreram simultaneamente, como vemos hoje!

Conclusão

1. Jesus nunca nos pediu que crêssemos na proximidade de Sua vinda com base apenas em um sinal. Um floco de neve não provoca uma avalanche. Mas quando todos os sinais rapidamente se multiplicam, dando assim seu testemunho acumulado, se transformam em uma avalanche de irresistível poder. Portanto, inequivocamente esses sinais da vinda de Cristo não deixam margem para que pessoas inteligentes deixem de reconhecê-los. São tão claros como se Deus estivesse falando por intermédio dos trovões ou se estivesse escrevendo em letras gigantescas no céu!

2. Por que você imagina que Deus nos deu a oportunidade de ouvir essas maravilhosas boas-novas? Para que pudéssemos “discernir os sinais dos tempos” e estar prontos para receber Jesus com avidez e alegria.

3. Lucas 21:28: “Ora, quando estas coisas começarem a acontecer, olhai para cima e levantai a vossa cabeça; porque a vossa redenção está próxima.”

FONTE: Criacionismo.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Profecia de 1880 sobre Bolas de Fogo a cada Dia se Tornam Realidade !





“Na última sexta-feira, pela manhã, pouco antes de acordar, uma cena muito impressionante me foi apresentada. Parecia que eu havia acordado, mas não estava em meu lar. Das janelas eu podia avistar um terrível incêndio. Grandes bolas de fogo caíam sobre as casas e dessas bolas voavam flechas incandescentes em todas as direções. Era impossível apagar os fogos que se acendiam, e muitos lugares estavam sendo destruídos” (Eventos Finais p. 24-25).


“Vi uma imensa bola de fogo cair no meio de algumas lindas habitações, destruindo-as imediatamente. Ouvi alguns dizerem: “Sabíamos que os juízos de Deus sobreviriam à Terra, mas não sabíamos que viriam tão cedo.” Outros, com acento de voz agoniante, diziam: “Os senhores sabiam! Por que, então, não nos disseram? Nós não sabíamos” (Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 296).

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

O Fim da Colheita

O Filme cujo título é “O Fim da Colheita”, apresenta uma teoria impressionante, de que, através de um minuncioso estudo de determinados eventos e princípios Bíblicos, podemos saber não o dia e a hora, mas que quando a terra alcançar a idade de 6 (seis) mil anos - desde a entrada do pecado em nosso planeta, através de Adão - ocorrerá a volta de Jesus.

Será verdade? Pode ser que Deus tenha deixado implícito nos textos bíblicos tal ensino?

Decidi fazer esta pequena análise do filme, motivado por pessoas que assistiram-no e acreditaram em sua teoria.

Primeiramente, vou descrever por trechos, de forma objetiva a teoria apresentada pelo filme e então buscar sua interpretação, fiel ao texto bíblico.

OBS.: texto em azul: Filme

Iniciemos nosso estudo, considerando que Deus conhece o fim desde o princípio - Isaías 46:10, assim como no capítulo 48.

Mais do que nunca, é inegável o fato de que o Senhor realmente conhece todas as coisas, as passadas, presentes e futuras. Todos os acontecimentos estão sucedendo segundo o que já fora anunciado por Deus.

No livro de Daniel, vemos que o Senhor anunciou quais seriam os reinos de proeminência mundial, quais seriam seus feitos, de forma objetiva, e quando viria seu declínio, para que um novo reino viesse sobre a terra. Anuncia ainda que não haverá um quinto reino na terra, mas que o próprio Deus reinará conosco por mil anos.

Para saber mais sobre tais profecias, visite nossa seção de vídeos, e assita a Descobertas nas Profecias, principalmente o vídeo número 2.


Assim, no início de todas as coisas, durante a criação da terra, descrita em Gênesis 01, será que o Senhor sabia o que sucederia à raça humana? Sim.

Porque Ele criou o mundo em 6 (seis) dias e descansou no sétimo? Acaso Não foi isto um prenúncio sobre o futuro do mundo?

Sobretudo, Deus criou o mundo em seis dias literais pois, em sua infinita sabedoria, estabeleceu o ciclo semanal e o Sábado, como um dia especial para dedicarmos ao Senhor, em adoração e alegria (Saiba mais a respeito, clique em: O Selo de Deus e O Sábado).

Consideremos, desde já, que a Bíblia é cheia de prenúncios, como exemplo temos o “sacrifício” prefigurativo de Isaque, pois tal qual seu pai Abraão, oferece-o como holocausto, assim o Senhor Deus ofereceu seu Filho único, Jesus, como sacrifício por toda a humanidade.

Também o dilúvio e a destruição de Sodoma e Gomorra: 

Lucas 17:26 "Assim como foi nos dias de Noé, também será nos dias do Filho do homem.
27 O povo vivia comendo, bebendo, casando-se e sendo dado em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca. Então veio o dilúvio e os destruiu a todos.
28 "Aconteceu a mesma coisa nos dias de Ló. O povo estava comendo e bebendo, comprando e vendendo, plantando e construindo.
29 Mas no dia em que Ló saiu de Sodoma, choveu fogo e enxofre do céu e os destruiu a todos.
30 "Acontecerá exatamente assim no dia em que o Filho do homem for revelado.


O texto de II Pedro 3:8, assim como Salmos 90:4, afirma que mil anos é como um dia, e um dia é como mil anos para o Senhor.

Assim, pode ser que os seis dias da criação nos indiquem que o tempo do homem na terra será de 6 (seis) mil anos, e, então, virá o fim.

De fato, pode ser que haja, também, tal simbolismo nos dias da criação. Mas é bem verdade que o Senhor usa, na profecia um dia para um ano. Ou seja, quando, por exemplo, em Daniel 8:14 é dito sobre duas mil e trezentas tardes e manhãs, assim, dias, tal período significa 2300 anos literais. Período este que terminou em 1844, quando um grupo de crentes chamado de Mileritas, entendeu errôneamente o termo “O Santuário será purificado” e esperou a volta de Jesus neste referido ano.

Para saber sobre o princípio profético dia-ano, clique aqui.

Portanto, os seis dias da criação correspondem aos seis mil anos da terra. Note que a maioria dos historiadores bíblicos concordam que desde Adão até a primeira vinda de Jesus, se passaram pouco mais de 4 mil anos.

De fato, até mesmo a escritora adventista, Ellen G. White (saiba a respeito aqui e aqui) escreveu que desde a queda de Adão, até o ano em que Jesus estava sendo tentado no deserto, se passaram pouco mais de 4 mil anos.

É importante notar que o Senhor faz tudo em sétimos (o que nos indica que ao iniciar do sétimo milênio, algo decisivo ocorrerá):

A criação em 7 dias;
A cada 7 anos, o sétimo era de descanso para os Judeus;
A cada 49 anos (7x7) era o ano do Jubileu: Descanso para a terra e liberdade dos Judeus... etc.

Apocalipse 20 aponta um milênio inteiro no qual Satanás estará “acorrentado”, preso. E durante este período os justos Salvos estarão com o Senhor no reino do Céu.

Oséias 6:2 “Depois de dois dias ele nos dará vida novamente; ao terceiro dia nos restaurará, para que vivamos em sua presença.”

Por mutias vezes, Israel rejeitou a Deus. Jesus então, ao vir a este mundo pela primeira vez, concebido por Maria, rejeitou o povo Judeu. Como consequencia, esta nação foi destruída, e deixou de ser uma pátria por cerca de 1900 anos. O texto de Oséias 6:2, indicaria que ao segundo dia, ou seja, passados dois mil anos, Israel seria restaurada como nação.

Lembre-se que para Deus, um dia é como mil anos e mil anos como um dia (II Pedro 3:8)! ou seja:
Ao final de 2000 anos Israel seria restabelecida e num período de tempo, após, Jesus voltará a esta terra para levar o Seu povo para o Céu.

Só em 1948, Israel voltou a ser nação.

Jesus jamais rejeitou o seu povo. Como está escrito em: Romanos 11:1 “Pergunto, pois: Acaso Deus rejeitou o seu povo? De maneira nenhuma! Eu mesmo sou israelita, descendente de Abraão, da tribo de Benjamim.”

A expressão "depois de dois dias; no terceiro dia" (Os 6:2) parece ser um recurso literário para denotar um tempo indefinido (cf. 2 Rei. 9: 32; Amós 4: 8). Óseias tinha predito que o Senhor curaria (cap. 6: 1). Agora adiciona que o período da cura seria num tempo situado num futuro indefinido, ainda que quiçá não longínquo. Não há nenhuma prova específica de que esta passagem é uma predição mesiânica da ressurreição de Cristo, ainda que essa crença foi geralmente aceitada.

Viveremos adiante dele.

Viver à vista de Deus é estar em plena harmonia e amante comunhão com ele (Núm. 6: 25-26; Sal. 11: 7; 17: 15; 27: 8-9; 51: 11; 67: 1; 119: 135). (FONTE: COMENTÁRIO BÍBLICO ADVENTISTA).

Textos como Êxodo 19:11, onde o povo deveria se purificar e aguardar dois dias, e no terceiro Deus viria sobre eles; João 11, onde Jesus aguarda dois dias para ressussitar Lázaro, ilustram como Deus daria as costas ao seu povo por dois dias – dois mil anos – e trabalharia através da igreja do Novo testamento, neste ínterim.

De fato, Jesus aguardou dois dias para ressuscitar Lázaro. Mas, o detalhe esquecido é que o Senhor demorou outros dois dias para chegar até Lázaro e o ressuscitar,  (João 11:17).

Portanto, é uma figura completamente sem nexo, assim como a de Êxodo 19:11, ao fato de o Senhor supostamente reerguer Israel como nação para cumprir Sua vontade na terra.

Outro indício de o fim será ao término dos seis mil anos de pecado nesta terra, está em Mateus 17:1, onde “Seis dias Depois” Jesus tomou consigo três de seus apóstolos e levou-os ao monte, onde foi Transfigurado perante eles.

Não foi por nada que tal relato foi desta forma descrito na Bíblia. É mais um prenúncio, uma alegoria do que acontecerá: ao fim dos seis mil anos, Jesus voltará a esta terra.

Esse mesmo Jesus em cujo sangue possuímos a remissão de nossos pecados. Pois, quando pecamos, nos tornamos dignos de estar eternamente queimando no inferno. Por isso Jesus veio a este mundo e viveu a vida que nós devíamos viver. Ele jamais pecou porque era Deus.

Quanto ao “queimar eternamente no inferno”, por favor, caro leitor, leia neste blog os textos bíblicos sobre o Inferno, e verá que não existe um inferno que queima para sempre, mas pecadores que serão queimados e aniquilados para sempre, ou seja, de uma vez por todas.

Jesus não pecou, não porque era Deus.

Filipenses 2:7 "mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens.
8 E, sendo encontrado em forma humana, humilhou-se a si mesmo e foi obediente até à morte, e morte de cruz!"

Ele não pecou pois decidiu não pecar! Por amor a mim e a você, pois em tudo foi tentado, mas sem pecar.

Hebreus 4:14 "Portanto, visto que temos um grande sumo sacerdote que adentrou os céus, Jesus, o Filho de Deus, apeguemo-nos com toda a firmeza à fé que professamos,
15 pois não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas, mas sim alguém que, como nós, passou por todo tipo de tentação, porém, sem pecado."

Caro leitor,

Muitos cristãos estão a confundir e forçar entendimentos bíblicos para sustentar suas convenientes convicções.

O maior erro de toda esta doutrina apresentada é a falta de reais referências bíblicas que sustentem tal ensino - visto que os textos bíblicos apresentados não possuem relação direta entre si, tornando portanto, toda esta doutrina uma hipótese pouco fundamentada - e ainda a incompreensão do verdadeiro papel de Israel na profecia: Não sabem distinguir a Israel-Nação, de Israel-espiritual (composta por Judeus e não judeus, independente de sua raça cor ou origem).

Para compreender claramente sobre o papel de Israel nas profecias: De fato haverá uma conversão geral na nação de Israel, e então pleitearão a causa de Deus? Clique aqui.

nos textos da Escritora Ellen White, há textos que afirmam que Jesus voltará ao término dos seis mil anos de pecado nesta terra (sem usar das falsas ou equivocadas interpretações dos textos bíblicos, como feito no filme), deixando claro a impossibilidade de se saber quando, que dia ou hora, atingiremos os seis mil anos.

Concluindo, considero realmente importante é a questão: Estou preparado para a volta de Jesus hoje? pois se não estiver, pode ser que o término de minha vida seja após alguns instantes, e se eu não estiver preparado, estarei reservado para a destruição eterna, e não fará diferença alguma saber se está próxima ou não a volta de Jesus.

"Devemos nos preparar para a volta de Jesus como se viesse a acontecer hoje, como que também daqui a 100 anos".

Deus vos abençoe.

EJ, Mensageiro da Verdade.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Declarações do Espírito de Profecia sobre Geologia e Ciências

Ellen White não é uma “segunda Bíblia” – 1 Crônicas 29:29

Fico impressionado com tamanha desinformação que se espalha no mundo religioso a respeito das crenças dos Adventistas do Sétimo Dia. Uma das acusações que mais recebo é a de que “os sabatistas fazem de Ellen White uma segunda Bíblia”. Fico triste em ver que muitos irmãos preferem dar crédito à informações de “terceiros” ao invés de irem “direto na fonte”.


A seguir disponibilizarei aos internautas algumas citações da própria Ellen White sobre a autoridade da Bíblia. Lia-as num dos programas na TV, ao vivo. Em seguida, vou explicar a qual classe de profetas Ellen White pertence a fim de que isso fique esclarecido de uma vez por todas.

Postarei mais documentos sobre o assunto, mas, a princípio, creio ser o suficiente. Vamos lá:

Citações de Ellen White sobre a Bíblia

Para que inverdades não sejam espalhadas na internet (como têm sido), quero que os irmãos que acessam este blog procurem ler alguns trechos do capítulo 14 do livro Conselhos Para a Igreja. Quem ler tal capítulo e continuar acusando os Adventistas de terem uma “segunda Bíblia”, faz parte dos mentirosos mencionados em Apocalipse 22:15. Desculpe-me, mas, tenho que ser franco.


Diz a autora (inicialmente, algumas citações do cap. 13 do referido livro):

Nas Escrituras, milhares de gemas da verdade se encontram ocultas para o pesquisador superficial. Jamais se esgota a mina da verdade”

“Cristo e Sua Palavra estão em harmonia perfeita”.

“Se o povo de Deus apreciasse a Sua Palavra, teríamos um Céu na igreja, aqui na Terra”.

Dia a dia você deve aprender alguma coisa nova das Escrituras”

“Pais, se quiserem educar seus filhos para servir a Deus e fazer o bem no mundo façam da Bíblia o seu guia

“Sem a guia do Espírito Santo estaremos continuamente sujeitos a torcer as Escrituras ou a interpretá-las erradamente” - págs. 87-89.

A Bíblia é completa?

Com certeza. É nisso que os Adventistas e Ellen White acreditam:

“Toda palavra de Deus é pura; ele é escudo para os que nele confiam. Nada acrescentes às suas palavras, para que não te repreenda, e sejas achado mentiroso.” Provérbios 30:5-6.

A Palavra de Deus é suficiente para iluminar o Espírito mais obscurecido, e pode ser compreendida por todo aquele que sinceramente deseja entendê-la” – Pág. 93 (Capítulo 14, do livro supracitado. Casa Publicadora Brasileira, 2007).

A que grupo de profetas Ellen White faz parte?

Aos profetas não canônicos, ou seja: aqueles que não têm livros na Bíblia:

“Os atos, pois, do rei Davi, tanto os primeiros como os últimos, eis que estão escritos nas crônicas, registrados por Samuel, o vidente, nas crônicas do profeta Natã e nas crônicas de Gade, o vidente” 1 Crônicas 29:29.

“Quanto aos mais atos de Salomão, tanto os primeiros como os últimos, porventura, não estão escritos no Livro da História de Natã, o profeta, e na Profecia de Aías, o silonita, e nas Visões de Ido, o vidente, acerca de Jeroboão, filho de Nebate?” 2 Crônicas 9:29.

“Quanto aos mais atos de Roboão, tanto os primeiros como os últimos, porventura, não estão escritos no Livro da História de Semaías, o profeta, e no de Ido, o vidente, no registro das genealogias? 

Houve guerras entre Roboão e Jeroboão todos os seus dias.” 2 Crônicas 12:15.

Em 2 Samuel 12, vemos que Davi aceitou o profeta Natã – mesmo não tendo livros na Bíblia – com a mesma autoridade profética que os demais (não existem “graus de inspiração”. Uma pessoa é inspirada por Deus ou pelo diabo).

Qual o objetivo dos escritos de Ellen White? Complementar a Bíblia?

De forma alguma. Deixemos que ela mesmo responda:

“Os Testemunhos [livros e demais escritos dela] não estão destinados a comunicar nova luz; e sim imprimir fortemente na mente as verdades da inspiração que já foram reveladas

“Os Testemunhos não têm por fim diminuir a Palavra de Deus, e sim exaltá-la (outros livros fazem isso!) e atrair para ela as mentes, para que a bela e singeleza da verdade possa impressionar a todos” - pág. 93.

“Recomendo-vos, caro leitor, a Palavra de Deus como regra de vossa fé e prática. Por essa Palavra seremos julgados. Nela Deus prometeu dar visões nos “últimos dias”; não para uma nova regra de fé, mas para conforto do Seu povo e para corrigir os que se desviam da verdade bíblica. Assim tratou Deus com Pedro, quando estava para enviá-lo a pregar aos gentios. Atos 10″ – Primeiros Escritos, pág. 78.

Sendo que Ellen White:

1) Não é um complemento à Bíblia;

2) Faz parte da lista de profetas não canônicos;

3) Os livros dela têm como objetivo nos levar à Bíblia (outros autores escrevem sobre a Bíblia para isso)

E que:

1) O dom profético foi prometido para os últimos dias, mesmo tendo nós a Bíblia (Atos 2:17, 18);
2) Sem profecia o ser humano se corrompe (Provérbios 29:18).

Não vejo contradição em aceitar a Bíblia como regra de fé e os escritos de Ellen White como meio de Deus para conduzir as mentes À BÍBLIA SAGRADA.

Isso em nada altera a supremacia da Palavra de Deus!

Depois dessas citações da própria escritora (e das informações bíblicas), alguém será tão corajoso a ponto de continuar afirmando que “Ellen White é uma segunda Bíblia para os Adventistas”?

Com carinho,

Leandro Quadros.

FONTE: Na Mira da Verdade

Um Profeta entre Nós

Um antigo rei da Síria guerreava contra o povo de Israel, mas estava tendo problemas, pois o rei de Israel parecia saber todos os seus movimentos antecipadamente. Ele reuniu os seus servos e exigiu que descobrissem quem estava espionando. Mas um dos servos respondeu: "Não, ó rei meu Senhor; mas o profeta Eliseu, que está em Israel, faz saber ao rei de Israel as palavras que tu falas na tua câmara de dormir." II Reis (VT) 6:12
 
Israel possuía uma clara vantagem militar por ter um profeta.
Em várias ocasiões, os reis do antigo povo de Deus foram instruídos por um profeta. às vezes o conselho era ignorado trazendo terríveis conseqüências. Sempre foi vantajoso para o povo de Deus ter um profeta entre eles. Isso também seria uma vantagem para nós hoje? "Certamente o Senhor Jeová não fará coisa alguma, sem ter revelado o Seu segredo aos Seus servos, os profetas." Amós (VT) 3:7.

 
É evidente que temos que nos interessar mais pelos profetas e pelas informações que eles têm para nós. 
 
Naquele tempo, os profetas eram chamados de videntes. 
"Antigamente em Israel, indo qualquer consultar a Deus, dizia assim: Vinde, e vamos ao vidente; porque ao profeta de hoje antigamente se chamava vidente." I Samuel (VT) 9:9
 
Os videntes eram os olhos do povo de Deus. Certamente, é importante que a Igreja tenha "olhos". Sem a visão profética, a Igreja seria tão deficiente quanto uma pessoa sem visão. 
 
Jesus nos alertou sobre alguns perigos especiais que existiriam em nossos dias. "Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios, que, se possível fora enganariam até os escolhidos." São Mateus (NT) 24:24
 
Não fomos deixados sem proteção contra os falsos profetas, não precisamos ser enganados. Deus nos deu uma regra através da qual qualquer profeta, qualquer movimento ou ensino pode ser testado:
"à Lei e ao Testemunho! Se eles não falarem segundo esta palavra, nunca verão a alva." Isaías (VT) 8:20
 
Se qualquer mensagem não estiver de acordo com a Bíblia, ela não tem luz, não merece crédito.
A presença de falsos profetas prova a existência dos verdadeiros. O anjo caído e seus ajudantes jamais se preocuparam com falsificações quando a verdade não é apresentada.
Você já viu uma nota falsa de 999 cruzeiros? é claro que não, pois não existe nota verdadeira de 999 cruzeiros. Portanto, o alerta de Deus contra os falsos profetas nos últimos dias é uma prova positiva de que os verdadeiros devem existir. 
 
Para cada época de crise no passado, Deus enviou um profeta. Antes do dilúvio, Noé. Na apostasia geral, Elias. Antes de Jesus começar Seu ministério na Terra, veio João Batista para preparar o caminho. Para escrever o livro de Apocalipse para os nossos dias, Deus chamou João. Em um tempo de crise como o mundo jamais conheceu, quando Jesus está para retornar, Deus não vai nos esquecer. 
 
As Escrituras predizem que Ele não nos esquecerá: 
"Mas isto é o que foi dito pelo profeta Joel: E nos últimos dias acontecerá, diz Deus, que do Meu Espírito derramarei sobre toda a carne; e os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, os vossos mancebos terão visões, e os vossos velhos sonharão sonhos, e também do Meu Espírito derramarei sobre os Meus servos e Minhas servas naqueles dias, e profetizarão." Atos (NT) 2:16 a 18.
 
O apóstolo São Pedro estava aplicando a profecia de Joel para aqueles dias. Mas essa profecia seria cumprida também em nossos dias, nos tempos finais. Jovens, velhos, filhos, filhas, servos - dentre todos estes, nos últimos dias, surgirão os que profetizarão. Quando Jesus retornou ao Céu, Ele enviou dons para o Seu povo. Jesus estava preocupado com as necessidades da Igreja. 
 
"Pelo que diz: subindo ao alto, levou cativo o cativeiro, e deu dons aos homens... E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores. Querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para a edificação do corpo de Cristo, até que todos cheguemos à unidade da fé, e ao conhecimento do Filho de Deus, a varão perfeito, à medida da estatura completa de Cristo." Efésios (NT) 4:8, 11 a 13. Quais serão os resultados desses dons na Igreja, inclusive o de profecia? 
 
"Para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente." Efésios 4:14
 
Esses dons são para nos manter firmes. Eles nos advertem para permanecermos na Bíblia, impedem que sejamos confundidos e levados por ventos de falsas doutrinas. 
 
"E o dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra ao resto da sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus, e têm o testemunho de Jesus." Apocalipse (NT) 12:17
 
Satanás está zangado com o povo de Deus, porque esse povo persiste em guardar os mandamentos e por possuir o testemunho de Jesus. O que é o testemunho de Jesus? 
"E eu lancei-me aos seus pés para o adorar; mas ele disse-me: Olha não faças tal; sou teu conservo, e de teus irmãos, que têm o testemunho de Jesus; adora a Deus; porque o testemunho de Jesus é o espírito de profecia." Apocalipse 19:10
 
O testemunho de Jesus é o espírito de profecia. Nessa passagem, o anjo com quem João falava identifica-se como pertencente ao grupo de "irmãos", que têm o testemunho de Jesus.
Essa é uma das duas ocasiões onde João se lança aos pés do anjo para adorá-lo, mas o anjo diz a João que adore unicamente a Deus. Em outra ocasião, o anjo disse: 
"Olha, não faças tal; porque eu sou conservo teu e de teus irmãos, os profetas, e dos que guardam as palavras deste livro. Adora a Deus." Apocalipse 22:9
 
Em uma ocasião, o anjo identificou-se como pertencendo àqueles que têm o testemunho de Jesus. E nessa última passagem ele se identifica com o grupo dos profetas. Evidentemente, o testemunho de Jesus é algo que os profetas têm, e isso é o espírito ou dom de profecia. Unindo isto a Apocalipse 12:17, fica claro que o povo de Deus nos últimos dias, além de guardar os mandamentos, terá o dom de profecia. 
 
Estaremos seguindo a Jesus se rejeitarmos o dom de profecia, a presença de profetas, que o livro de Apocalipse nos revelou? A verdade é que, sem o dom de profecia, nenhum segmento religioso pode afirmar ser o povo retratado em Apocalipse.
Os Adventistas do Sétimo Dia tiveram entre eles um verdadeiro profeta. Ellen G. White atuou como mensageira de Deus de dezembro de 1844, quando recebeu sua primeira visão, até a sua morte, em 1915. 
 
Ellen, uma garota de 17 anos, estava entre aqueles que participaram do movimento que esperou o retorno de Jesus em 22 de outubro de 1844. Quase dois meses depois, ela teve sua primeira visão. Durante sua vida, ela teve mais de duas mil visões. 
 
Os adventistas seguiram cegamente os conselhos e orientações de Ellen White? Não, eles verificaram suas credencias divinas como profeta de Deus, e as encontraram em perfeita ordem e harmonia com as Escrituras Sagradas. E qual foi o resultado disso? Os Adventistas tiveram uma tremenda vantagem no campo da saúde, em virtude de seus conselhos e orientações. 
 
Alguns têm erroneamente pensado que os Adventistas, com seu vegetarianismo e abstinência do fumo e do álcool, estão seguindo algum estranho tabu da Igreja. Mas isso não é verdade, eles apenas estão seguindo o conselho divino dado através de Ellen White, com o propósito de proteger a saúde. E tem compensado! Os conselhos de Ellen White têm sido uma preciosidade para a Igreja em todos os tempos. Em resultado disso, os Adventistas têm uma expectativa de seis anos a mais de vida que a média da população. Além disso, a Igreja mantém uma rede de centenas de hospitais, clínicas e centros médicos. 
 
Uma outra área em que Ellen White exerceu grande infuência foi no sistema educacional adventista. Em resultado de suas orientações, a Igreja estabeleceu um sistema-padrão de educação cristã. Hoje, além das milhares escolas fundamentais, a Igreja mantém quase uma centena de universidades.
Por causa de suas visões e conselhos, as editoras adventistas foram estabelecidas no mundo inteiro. Hoje, são mais de 50 Casas Publicadoras espalhadas pelos cinco continentes.
Ela não só foi divinamente instruída quanto às instituições que deveriam ser organizadas, mas também quando e onde organizá-las. Em várias ocasiões, foi mostrado a Ellen White exatamente o local da propriedade que deveria ser adquirida. 
 
Os administradores dessas instituições, e da própria Igreja, tiveram a segurança de contar com seus inpirados conselhos. Algumas vezes as mensagens eram dirigidas especificamente para determinados indivíduos ou grupos. 
 
Mensagens de repreensão também foram dadas, e essa era uma área do seu trabalho que ela não apreciava muito, semelhantemente aos profetas bíblicos. 
 
A precisão do tempo das mensagens de Ellen White era simplesmente fantástica. às vezes, uma carta com conselhos chegava no momento exato em que uma comissão ou pessoa estava lutando com um problema difícil. A carta podia ter sido escrita semanas ou talvez meses antes dos problemas surgirem e enviada para grandes distâncias, mas chegava a tempo. 
 
A Igreja Adventista mantém em todo o mundo uma unidade relativa às suas crenças e interpretações das verdades bíblicas. 
 
Ao contrário do que muitos pensam, os ensinos doutrinários não foram formulados por Ellen White. Eles são resultado de muitas horas gastas em estudo da Bíblia e oração por parte dos primeiros adventistas. Ela participou das discussões, mas não como teóloga. Era- lhe difícil compreender as questões discutidas e emitir opiniões. Entretanto, quando eles haviam esgotado todas as possibilidades humanas e chegavam a um impasse, ela recebia uma visão confirmando as conclusões ou apontando uma nova direção. Deus conduziu as participações de Ellen White em momentos de decisão e não de estabelecimento das doutrinas, para que ninguém a olhasse como um ser superior, mas simplesmente como uma portadora de mensagens dadas por Deus em momentos específicos. Em resultado disso, apesar das diferenças de cultura que separam os povos, a Igreja Adventista mantém um corpo doutrinário coeso e único. 
 
Sola Scriptura, a Bíblia, somente a Bíblia, foi o lema da reforma adotado também pela Igreja Adventista. A Bíblia é a única regra de fé e verdade seguida pelos Adventistas. Os Adventistas têm sido acusados de colocar os ensinos de Ellen White acima da Bíblia, mas isso não é verdade. Um profeta é colocado acima da Bíblia quando se mantém totalmente fiel à Palavra de Deus? Não.
A Bíblia é o grande padrão pelo qual todos os profetas devem ser medidos. O Espírito Santo que inspirou os profetas bíblicos jamais Se contradiz (ver II São Pedro -NT- 1:20 e 21). Ele nunca comunica a um profeta algo contrário ao que comunicou aos profetas anteriormente. Um profeta atual, deve ser medido pelos profetas da Bíblia. Esta é uma das maravilhas da Palavra de Deus: mesmo tendo sido escrita por um período de 1.600 anos, não encontramos contradições em suas páginas. Naturalmente, os escritos de Ellen White têm que ser medidos com o que o Espírito Santo disse em toda a Bíblia. Não há nada em seus escritos que anule, diminua ou contradiga a revelação bíblica. 
 
Um telescópio não pode acrescentar uma única estrela ao céu, mas ele nos possibilita ver muito mais do que vemos a olho nu. A relação entre os escritos de Ellen White e a Bíblia é assim. Não há pretensão de se estabelecer verdades, nem de comunicar aquilo que a Bíblia já não tenha comunicado. Mas seu papel é ser um guia que nos possibilite ver com mais clareza as verdades bíblicas. Uma luz menor conduzindo a uma luz maior, como ela mesma se definiu. 
 
Temos um motivo a mais para agradecer a Deus: um profeta entre nós em cumprimento à profecia bíblica. é mais um sinal de que Deus pensou em nossa segurança fornecendo orientações para os momentos decisivos da história humana.
    Se qualquer mensagem não estiver de acordo com a Bíblia, ela não tem luz, não merece crédito.
    Para cada época de crise no passado, Deus enviou um profeta. A verdade é que, sem o dom de profecia, nenhum segmento religioso pode afirmar ser o povo retratado em Apocalipse.
    A Bíblia é a única regra de fé e verdade seguida pelos Adventistas. Mesmo tendo sido escrita por um período de 1.600 anos, não encontramos contradições nas páginas da Bíblia.
    Um telescópio não pode acrescentar uma única estrela ao céu, mas nos possibilita ver muito mais do que vemos a olho nu.

O PRINCÍPIO DIA/ANO

A interpretação profética das “2.300 tardes e manhãs” de Daniel 8:14 por parte dos Adventistas do Sétimo Dia depende fundamentalmente de tres factores:
1º) As Setenta Semanas de Daniel 9 são a explicação que o Anjo Gabriel veio trazer a Daniel a parte da visão do capítulo 8 que ele não tinha compreendido, e portanto as Setenta Semanas são parte integrante dos 2.300 dias;
2º) O ponto de partida para as Setenta Semanas é o mesmo para o início dos 2.300 dias;
3º) Os períodos de tempo nestas profecias não devem ser entendidos de forma literal, mas sim, aplicando-se o princípio de que 1 dia na profecia equivale a um ano literal de 360 dias.
Proponho o estudo deste 3º Iten. Em temas anteriores, creio eu, não terá ficado suficientemente claro.
Base Bíblica
Encontramos nas Escrituras dois textos bíblicos que estabelecem a relação de 1 dia ser considerado por conta de 1 ano:

“Segundo o número dos dias em que espiastes a terra, quarenta dias, cada dia representando um ano, levareis sobre vós as vossas iniqüidades quarenta anos, e conhecereis o meu desagrado.” Números 14:34

“Quando tiveres cumprido estes, tornar-te-ás a deitar sobre o teu lado direito, e levarás a maldade da casa de Judá quarenta dias; um dia te dei por cada ano.” Ezequiel 4:6



É significativo verificarmos que um profeta contemporâneo a Daniel e que viveu tão próximo no exílio, Ezequiel, tenha vivido de forma tão prática e experimental, por determinação do Senhor Deus, a equivalência de um dia por cada ano.

Encontramos nestes dois versos aquilo que os teólogos chamam de “Princípio da Miniaturização Simbólica”. Perceba no contexto de Números 14 como as 12 tribos são representadas por 12 homens que expiaram a terra de Canaã, e como os 40 dias em que expiaram a terra foi projectado para os 40 anos em que teriam que aguardar para entrar na terra prometida.

Princípio da Miniaturização Simbólica:
É facil de compreeder e de aceitar que em profecias onde temos grandes impérios mundiais representados de forma simbólica, a miniatura seja feita por animais e outros elementos, consideremos também que no cálculo do tempo mencionado nestas profecias seja considerado o Princípio da Miniaturização Simbólica, onde o tempo também é simbólico e miniaturizado.

Muito embora, o princípio acima seja fundamentado na bíblia e racionalmente a aplicação da equivalência de 1 dia por 1 ano para os cálculos de tempo em profecia, muitos ainda resistem e insistem não encontrar evidências bíblicas que comprovem a veracidade da sua aplicação. Há os que afirmem que os dois versos acima não provam nada de forma conclusiva, e acusam os Adventistas do Sétimo Dia a tecer as bases da sua interpretação profética num pressuposto frágil, frutos de uma imaginação fértil.

Vamos então fazer um outro tipo de análise, tentemos ignorar os dois versos acima, e verificar nas próprias profecias onde os tempos são mencionados, se existe alguma razão para não considerarmos estes períodos como literais.

Três Profecias de Tempo:
1) “Um tempo, e tempos, e metade de um tempo” Dan. 7:25
Este período de tempo, que é repetido no livro de Daniel no capítulo 12 verso 7 (e também em Apoc. 12:14), deve ser entendido como 3 anos e meio. A base bíblica para o entendimento de que “tempo” significa “ano” está explicitada em Dan. 11:13 (“...e ao cabo de tempos, isto é, de anos,...”).
Uma outra evidência de que “tempo” significa “ano” é comparando a maneira como a Bíblia menciona o mesmo período em Apocalipse:
Apoc. 11:2 e 13:5 à 42 meses
1 ano = 12 meses
3 ½ anos x 12 meses = 42 meses
Apoc. 11:3 e 12:6 à 1.260 dias
1 ano = 360 dias
3 ½ anos x 360 dias = 1.260 dias

No capítulo 7, o contexto onde é mencionado, refere-se ao tempo em que o Chifre Pequeno estaria destruindo os santos do Altíssimo. Pelo paralelismo observado entre as profecias Daniel 2 e 7, verificamos que este Chifre Pequeno que surge do animal terrível e espantoso simboliza a continuação do império romano em sua fase cristã (ou papal).

Se quisermos entender estes 3 anos e meio como literais teremos um grande problema ao tentarmos concilia-lo com os fatos históricos, pois sabemos que o poder romano religioso perseguiu, prendeu e matou todos aqueles que dele discordavam por um período bem maior.

Por outro lado, se considerarmos 1 dia na profecia igual a 1 ano literal de 360 dias, teremos:
3 ½ anos proféticos x 360 dias = 1.260 dias proféticos
Como 1 dia profético = 1 ano literal
Temos que 1.260 dias proféticos = 1.260 anos literais

Este período bem maior corresponde muito melhor à realidade dos fatos históricos, que falam de um poder religioso dominando e perseguindo maciçamente desde o fim do quinto século ou início do sexto até o fim do século 18 ou início do século 19.

2) “Até 2.300 tardes e manhãs” Dan. 8:14
Já estudamos as fortes razões que nos leva entender a expressão “tardes e manhãs” como “dias”, ou seja, 2.300 dias.
Referente a este período de tempo temos os seguintes versos que afirmam tratar-se de um período que alcança os finais dos tempos:
“Entende, filho do homem, porque esta visão se realizará no fim do tempo” Dan. 8:17.
“Eu te farei saber o que há de acontecer no último tempo da ira, porque ela se exercerá no determinado tempo do fim” Dan. 8:19.
“A visão da tarde e da manhã, que foi dita, é verdadeira; tu, porém, cerra a visão, porque só daqui a muitos dias se cumprirá” Dan. 8:26

Como a visão de Daniel 8 foi dada 6 séculos antes do nascimento de Cristo, fica completamente sem sentido entender o período de 2.300 dias como literais, com referências tão explícitas quanto a sua abrangência no futuro.

Uma outra evidência está no facto dos símbolos em Daniel 8 referirem-se a impérios que se desenvolveram ao longo de séculos. A menção de símbolos tão abrangentes na linha de tempo da História não combina com a menção de um período de pouco mais de 6 anos.

É muito mais coerente considerar que a profecia está a referir-se a um período de tempo muito maior, por se tratar de um tempo simbólico assim como são simbólicos todos os demais itens da profecia.

Se neste simbolismo considerarmos que um dia equivale a um ano teremos um período muito mais coerente de 23 séculos em vez de apenas 6 anos 4 meses e alguns dias.

3) “Setenta semanas estão determinadas...” Dan. 9:24-27
Esta profecia de tempo é a mais significativa de todas por confirmar de forma clara e objectiva a precisão do princípio dia/ano nos peculiares períodos de tempo mencionados nas profecias de Daniel.
Esta profecia estabelece um início para o cálculo que devem levar ao Messias (vs.25). Já vimos que o decreto para restaurar e edificar Jerusalém foi promulgado por volta de 500 anos antes do nascimento de Cristo, e só este facto já inviabiliza a aceitação das 70 semanas como literais (cerca de 1 ano e 4 meses). Mais uma vez está evidente que a profecia só se torna compreensível se considerarmos que as 70 semanas se referem a um tempo simbólico e não literal.

Porém, quando aplicamos o princípio dia/ano que tudo se encaixa de maneira perfeita:
1 semana = 7 dias
70 semanas x 7 dias = 490 dias
1 dia profético = 1 ano literal
490 dias proféticos = 490 anos literais

Como a profecia fala de um período de 69 semanas até o aparecimento do Messias, temos:
69 semanas x 7 dias = 483 dias proféticos = 483 anos literais
Somando 483 anos ao ano de 458/457 a.C. (data para o decreto de Artaxerxes) chegaremos ao ano de 26/27 d.C., justamente o ano em que Jesus foi baptizado e deu início ao Seu ministério público.

Só que a profecia traz ainda mais inflormações que confirmam de forma inquestionável a correção destes cálculos. O verso 26 diz que o Messias seria cortado (morto) e na sequência o verso 27 afirma que isto ocorreria na metade da última semana: fazendo as contas:
69 semanas + ½ semana = 69 ½ semanas
69 ½ semanas x 7 dias = 486 ½ dias proféticos = 486 ½ anos literais
458/457 a.C. + 486 ½ anos à 30/31 d.C.

Ou se preferir:
26/27 d.C. + 3 ½ anos à 30/31 d.C.

Justamente o ano em que Cristo foi crucificado.
Somente com a aplicação do princípio dia/ano que a precisão matemática da profecia é confirmada através dos factos históricos. É por este motivo que podemos afirmar sem medo de errar que o ministério de Jesus prova, confirma e estabelece como um sólido fundamento a validade e aplicabilidade do princípio dia/ano nos cálculos dos tempos proféticos.

Como, no livro de Daniel, o capítulo 9 está intimamente ligado ao capítulo 8, não temos outro caminho senão considerar que o mesmo princípio dia/ano, testado e aprovado no capítulo 9, seja também aplicado no tempo profético do capítulo 8.

Uma forma peculiar de indicar tempo

A própria maneira peculiar como os períodos de tempo são mencionados na profecia, leva-nos a interpretá-los de uma outra forma diferente da literal.

Quando a Bíblia menciona períodos de tempo literais a forma mais comum é como lemos no texto abaixo:
“Em Hebrom reinou sobre Judá sete anos e seis meses, e em Jerusalém reinou trinta e três anos sobre todo o Israel e Judá.” II Sam. 5:5.

Não seria nada convencional o autor bíblico, querendo relatar o tempo literal do reinado, descrever 7 anos e seis meses como 2.700 dias, ou mesmo como 90 meses. Trinta e três anos literais são descritos simplesmente como trinta e três anos e não como 11.880 dias ou 396 meses. Como foi demonstrado, a maneira invulgar de designar o tempo é mais uma outra forte evidência que aponta para o seu simbolismo.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Abominações !!!

Prezados! Por certo nosso Senhor está a levantar homens e mulheres por toda a parte, para alertar seu povo quanto à verdade.

Hoje, já não basta dizer “Jesus ama você”.

Quase todo mundo sabe disso, só não acredita, ou não se importa.


Ao ler Apocalipse 21, pude contemplar a promessa de Cristo a você e eu, seguida de uma advertência: “Mas quanto as medrosos, e aos incrédulos, e aos abomináveis…” Não entrarão no reino dos céus.

Foi neste momento que o Senhor falou-me ao coração e perguntou: “Quem são os abomináveis?”

Procurei por toda a Bíblia e fiz descobertas surpreendentes!

Fiz então uma pregação… sempre faço desta forma: permito que o Senhor dirija o tema a ser apresentado e nosso Deus me concede sabedoria e inteligência para transmitir o tema.

Você pode baixar a apresentação que usei para a palestra e/ou o áudio…

Qualquer dúvida quanto à sua execução, comente neste post.

Clique aqui para fazer o download da apresentação. São aproximadamente 19 Mb.

Clique aqui para fazer o download do áudio.

Objetivos:

1. Demonstrar que a Salvação é pela Graça, no entanto, seremos julgados pelas nossas obras;

2. Ao nos aproximarmos do fim, mediante a santificação diária, devemos ser purificados de todo pecado! O que é impossível para nós, mas será efetuado pelo Espírito Santo em Nós.

3. Deus não levará pecadores para o Céu;

4. Quem não poderá entrar no céu? Apoc. 21.

Não entrarão no céu

Ap 21:8 Mas, quanto aos medrosos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos adúlteros, e aos feiticeiros, e aos idólatras, e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago ardente de fogo e enxofre, que é a segunda morte. JFA-RA(Br)

Ap 21:27 E não entrará nela coisa alguma impura, nem o que pratica abominação ou mentira; mas somente os que estão inscritos no livro da vida do Cordeiro. JFA-RA(Br)

Ap 21:5 E o que estava assentado sobre o trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E acrescentou: Escreve; porque estas palavras são fiéis e verdadeiras. 6 Disse-me ainda: está cumprido: Eu sou o Alfa e o Ómega, o princípio e o fim. A quem tiver sede, de graça lhe darei a beber da fonte da água da vida. 7 Aquele que vencer herdará estas coisas; e eu serei seu Deus, e ele será meu filho.

Alimentos abomináveis

Lv 11:11 tê-los-eis em abominação; da sua carne não comereis, e abominareis os seus cadáveres. JFA-RA(Br)

Nos fazemos abomináveis mediante o que comemos ! ! !

Is 65:4 que se assenta entre as sepulturas, e passa as noites junto aos lugares secretos; que come carne de porco, achando-se caldo de coisas abomináveis nas suas vasilhas; JFA-RA(Br)

Lv 11:43 Não vos tomareis abomináveis por nenhum animal rasteiro, nem neles vos contaminareis, para não vos tornardes imundos por eles. JFA-RA(Br)

Lv 20:25 Fareis, pois, diferença entre os animais limpos e os imundos, e entre as aves imundas e as limpas; e não fareis abomináveis as vossas almas por causa de animais, ou de aves, ou de qualquer coisa de tudo de que está cheia a terra, as quais coisas apartei de vós como imundas. JFA-RA(Br)

Sexualidade...

Lv 18:22 Não te deitarás com varão, como se fosse mulher; é abominação. JFA-RA(Br)

Dt 22:5 Não haverá traje de homem na mulher, e não vestirá o homem vestido de mulher, porque qualquer que faz isto é abominação ao Senhor teu Deus. JFA-RA(Br)

Dt 23:18 não trarás o salário da prostituta nem o aluguel do sodomita para a casa do Senhor teu Deus por qualquer voto, porque uma e outra coisa são igualmente abomináveis ao Senhor teu Deus. JFA-RA(Br)

Adoração a deuses

Dt 7:25 As imagens esculpidas de seus deuses queimarás a fogo; não cobiçarás a prata nem o ouro que estão sobre elas, nem deles te apropriarás, para que não te enlaces neles; pois são abominação ao Senhor teu Deus. JFA-RA(Br)

Dt 7:26 Não meterás, pois, uma abominação em tua casa, para que não sejas anátema, semelhante a ela; de todo a detestarás, e de todo a abominarás, pois é anátema. JFA-RA(Br)

Dt 17:3-4 17:3 que tenha ido e servido a outros deuses, adorando-os, a eles, ou ao sol, ou à lua, ou a qualquer astro do exército do céu (o que não ordenei), 17:4 e isso te for denunciado, e o ouvires, então o inquirirás bem; e eis que, sendo realmente verdade que se fez tal abominação em Israel, JFA-RA(Br)

Dt 18:10-13 18:10 Não se achará no meio de ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro, 18:11 nem encantador, nem quem consulte um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; 18:12 pois todo aquele que faz estas coisas é abominável ao Senhor, e é por causa destas abominações que o Senhor teu Deus os lança fora de diante de ti. 18:13 Perfeito serás para com o Senhor teu Deus.

Quanto ao Proceder

Dt 25:13-16 25:13 Não terás na tua bolsa pesos diferentes, um grande e um pequeno. 25:14 Não terás na tua casa duas efas, uma grande e uma pequena. 25:15 Terás peso inteiro e justo; terás efa inteira e justa; para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá. 25:16 Porque é abominável ao Senhor teu Deus todo aquele que faz tais coisas, todo aquele que pratica a injustiça. JFA-RA(Br)


Como o povo, segundo a ordem de Deus, devia agir em relação às abominações e aos abomináveis da terra? Festejar com eles?

Dt 13:14 então inquirirás e investigarás, perguntando com diligência; e se for verdade, se for certo que se fez tal abominação no meio de ti, JFA-RA(Br)

Ez 20:7 Então lhes disse: Lançai de vós, cada um, as coisas abomináveis que encantam os seus olhos, e não vos contamineis com os ídolos do Egito; eu sou o Senhor vosso Deus. JFA-RA(Br)


Quais são Abomináveis ao Senhor?

Ed 9:11 os quais ordenaste por intermédio de teus servos, os profetas, dizendo: A terra em que estais entrando para a possuir, é uma terra imunda pelas imundícias dos povos das terras, pelas abominações com que, na sua corrupção, a encheram duma extremidade à outra. JFA-RA(Br)

Sl 5:6 Destróis aqueles que proferem a mentira; ao sanguinário e ao fraudulento o Senhor abomina. JFA-RA(Br)

Sl 14:1 Diz o néscio no seu coração: Não há Deus. Os homens têm-se corrompido, fazem-se abomináveis em suas obras; não há quem faça o bem. JFA-RA(Br)

Pv 3:32 Porque o perverso é abominação para o Senhor, mas com os retos está o seu segredo. JFA-RA(Br)

Pv 6:16-19 6:16 Há seis coisas que o Senhor detesta; sim, há sete que ele abomina: 6:17 olhos altivos, língua mentirosa, e mãos que derramam sangue inocente; 6:18 coração que maquina projetos iníquos, pés que se apressam a correr para o mal; 6:19 testemunha falsa que profere mentiras, e o que semeia contendas entre irmãos. JFA-RA(Br)

Pv 15:8 O sacrifício dos ímpios é abominável ao Senhor; mas a oração dos retos lhe é agradável. JFA-RA(Br)

Pv 15:9 O caminho do ímpio é abominável ao Senhor; mas ele ama ao que segue a justiça. JFA-RA(Br)

Pv 16:5 Todo homem arrogante é abominação ao Senhor; certamente não ficará impune. JFA-RA(Br)

Pv 17:15 O que justifica o ímpio, e o que condena o justo, são abomináveis ao Senhor, tanto um como o outro. JFA-RA(Br)

Pv 26:24 e 25 Aquele que odeia dissimula com os seus lábios; mas no seu interior entesoura o engano. Quando te suplicar com voz suave, não o creias; porque sete abominações há no teu coração. JFA-RA(Br)

Pv 28:9 O que desvia os seus ouvidos de ouvir a lei, até a sua oração é abominável. JFA-RA(Br)

Pv 29:27 O ímpio é abominação para os justos; e o que é reto no seu caminho é abominação para o ímpio. JFA-RA(Br)

Is 1:13 Não continueis a trazer ofertas vãs; o incenso é para mim abominação. As luas novas, os sábados, e a convocação de assembléias... não posso suportar a iniqüidade e o ajuntamento solene! JFA-RA(Br)

Lc 16:15 E ele lhes disse: Vós sois os que vos justificais a vós mesmos diante dos homens, mas Deus conhece os vossos corações; porque o que entre os homens é elevado, perante Deus é abominação. JFA-RA(Br)

Recompensa aos Abomináveis

Jr 6:15 Porventura se envergonharam por terem cometido abominação? Não, de maneira alguma; nem tampouco sabem que coisa é envergonhar-se. Portanto cairão entre os que caem; quando eu os visitar serão derribados, diz o Senhor. JFA-RA(Br)

Jr 7:30 Porque os filhos de Judá fizeram o que era mau aos meus olhos, diz o Senhor; puseram as suas abominações na casa que se chama pelo meu nome, para a contaminarem. JFA-RA(Br)

Jr 44:4 Todavia eu vos enviei persistentemente todos os meus servos, os profetas, para vos dizer: Ora, não façais esta coisa abominável que odeio! JFA-RA(Br)

Ez 7:4 E não te pouparei, nem terei piedade de ti; mas eu te punirei por todos os teus caminhos, enquanto as tuas abominações estiverem no meio de ti; e sabereis que eu sou o Senhor. JFA-RA(Br)

Ez 11:21 Mas, quanto àqueles cujo coração andar após as suas coisas detestáveis, e das suas abominações, eu farei recair nas suas cabeças o seu caminho, diz o Senhor Deus. JFA-RA(Br)

Apelo…

Jr 4:1-2 4:1 Se voltares, ó Israel, diz o Senhor, se voltares para mim e tirares as tuas abominações de diante de mim, e não andares mais vagueando; 4:2 e se jurares: Como vive o Senhor, na verdade, na justiça e na retidão; então nele se bendirão as nações, e nele se gloriarão. JFA-RA(Br)

Ez 37:23 nem se contaminarão mais com os seus ídolos, nem com as suas abominações, nem com qualquer uma das suas transgressões; mas eu os livrarei de todas as suas apostasias com que pecaram, e os purificarei. Assim eles serão o meu povo, e eu serei o seu Deus. JFA-RA(Br)

quinta-feira, 25 de março de 2010

Chaves para Números da Bíblia


Muitos dos números na Bíblia tem um profundo significado profético ou espiritual. Tanto no Antigo como no Novo Testamento, os números revelam conceitos e significados ocultos que normalmente escapam ao leitor casual. Ao longo da história, homens com grandes mentes, como Agostinho, Isaac Newton e Leonardo da Vinci, mostraram mais do que apenas uma curiosidade passageira sobre a importância dos números na Bíblia. Certa vez, Jesus disse: “Até os cabelos da cabeça de vocês estão todos contados” (Mateus 10:30, NVI). Logo, obviamente, os números da Bíblia devem ser cuidadosamente considerados.

Pelo menos 12 números na Bíblia destacam-se a este respeito: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 10, 12, 40, 50 e 70. Para expressar essa verdade, um ou dois exemplos bíblicos foram dados abaixo. No entanto, muito mais pode ser dito sobre este assunto, assim estes exemplos servem apenas como uma introdução.
1 - Representa absoluta unicidade e unidade (Efésios 4:4-6, João 17:21, 22).
2 - Representa a verdade da Palavra de Deus, por exemplo, a lei e os profetas (João 1:45), duas ou três testemunhas (2 Coríntios 13:1), e uma espada de dois gumes (Hebreus 4:12). Ver Marcos 6:7 e Apocalipse 11:3. Também é usado 21 vezes nos livros de Daniel e Apocalipse.
3 - Representa a Divindade / Trindade. Os anjos proclamaram “Santo” três vezes ao Deus Trino (Isaías 6:3). Veja também Mateus 28:19 e 1 João 5:7-8.
3 ½ - Representa a rejeição e a apostasia. É a dissecção do sete, o número perfeito. Por 3 ½ anos, Elias fugiu da perseguição. Jesus foi crucificado no final do período de 3 ½ anos. Estevão foi o primeiro mártir cristão, apedrejado no final dos 3 ½ anos de pregação dos apóstolos em meio a perseguições. Havia 3 ½ anos proféticos quando a igreja entrou na clandestinidade durante a Idade das Trevas, de 538 a 1798.
4 - Representa a verdade universal, como nas quatro direções (norte, sul, leste, oeste) e os quatro ventos (Mateus 24:31, Apocalipse 7:1, Apocalipse 20:8). Em atos 10:11, um lençol com quatro pontas simboliza o evangelho indo a todos os gentios.
5 – Representa o ensino. Primeiro, há os cinco livros de Moisés. Em segundo lugar, Jesus ensinou sobre as cinco virgens prudentes e foram utilizados cinco pães de cevada para alimentar os 5.000.
6 - Representa o culto do homem, e é o número do homem, significando sua rebelião, imperfeição, obras e desobediência. Ele é usado 273 vezes na Bíblia, incluindo os seus derivados (por exemplo, sexto) e outras 91 vezes como “sessenta” ou “60.” O homem foi criado no sexto dia (Gênesis 1:26, 31). Veja também Êxodo 31:15 e Daniel 3:1.
O número é especialmente significativo no livro de Apocalipse, como o “666″, que identifica a besta. “Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Seu número é seiscentos e sessenta e seis” (Apocalipse 13:18).
7 – Representa a perfeição, e é o sinal de Deus, o culto divino, obediência e descanso. O “príncipe” dos números da Bíblia, é usado 562 vezes, incluindo os seus derivados (por exemplo, sétimo). (Veja Gênesis 2:1-4, Salmo 119:164 e Êxodo 20:8-11, apenas como alguns dos exemplos)
O número sete também é o mais comum na profecia bíblica, ocorrendo 42 vezes em Daniel. Em Apocalipse, há sete igrejas, sete espíritos, sete candelabros de ouro, sete estrelas, sete lâmpadas, sete selos, sete chifres, sete olhos, sete anjos, sete trombetas, sete trovões, sete mil mortos em um grande terremoto, sete cabeças, sete coroas, sete últimas pragas, sete frascos de ouro, sete montanhas, sete reis.
10 - Representa lei e restauração. Naturalmente, isso inclui os Dez Mandamentos em Êxodo 20. Veja também Mateus 25:1 (dez virgens), Lucas 17:17 (dez leprosos), Lucas 15:8 (cura, dez moedas de prata).
12 – Representa a igreja e a autoridade de Deus. Jesus tinha 12 discípulos, e haviam as 12 tribos de Israel. Em Apocalipse 12:1, os 24 anciãos e os 144.000 são múltiplos de 12. Na cidade de Nova Jerusalém há 12 fundações, 12 portas, 12 mil estádios, uma árvore com 12 tipos de frutos 12 vezes por ano, consumidos por 12 vezes 12.000 ou pelos 144.000. (Ver Apocalipse 21.)
40 - Representa uma geração e tempos de prova. Choveu durante 40 dias durante o dilúvio. Moisés passou 40 anos no deserto assim como os filhos de Israel. Jesus jejuou por 40 dias.
50 - Representa poder e celebração. O Jubileu veio após 49 anos (Levítico 25:10), e o Pentecostes ocorreu 50 dias após a ressurreição de Cristo (Atos 2).
70 - Representa a liderança e julgamento humanos. Moisés designou 70 anciãos (Êxodo 24:1); O Sinédrio era composto por 70 homens. Jesus escolheu 70 discípulos (Lc 10:1). Jesus disse a Pedro para perdoar 70 vezes 7.
666 - Como mencionado, seis representa o número do homem; 666 representa o reino do homem em oposição a Deus. 666 é um número poligonal, mais precisamente o número triangular de 36 pois é representado geometricamente por um triângulo equilátero com 36 unidades de lado, começando por uma na primeira, duas na segunda, três na terceira, continuando esta progressão até à 36ª fila. Assim, o 666 também simboliza uma trindade de contrafação. Alguns são muito supersticiosos sobre o número 666 e se recusam a ter números de telefone, placas de automóveis, cartões de crédito que o contenham. Esta fobia é conhecida comohexacosioihexecontahexafobia. Mas não temos que ter medo do número 666 em si. É simplesmente um número natural seguinte ao 665 e que antecede o 667. No entanto, o Apocalipse diz: “qui há sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Seu número é seiscentos e sessenta e seis” (Apocalipse 13:18).
144.000 – Representam os apóstolos dos últimos dias. Como Jesus tinha 12 líderes que partilhavam o evangelho, no momento da Sua primeira vinda, um exército de 12 vezes 12.000 será batizado no Espírito Santo para preparar o mundo para a segunda vinda de Cristo. Outra pista interessante relacionada com os 144.000 é encontrada em 1 Crônicas 27:  O exército de Davi era composto por 12 conjuntos de 24.000, totalizando 288.000, o que significava dois exércitos de 144.000, que alternava o seu serviço durante todo o ano. Em 1 Crônicas 25, um grupo literal de “24 vezes 12″ (288) Levitas conduziam a música de louvor do templo (um grupo de 144 para o dia, um de 1400 para a noite), metade de 288 = 144.
Artigo escrito por Doug Batchelor, traduzido pelo blog www.setimodia.wordpress.com do original “Keys to Bible Numbers”